Dir.: Aureliano Amadei
Itália - 2010
O diretor empresta seu nome e suas experiências ao personagem principal: um italiano fanfarrão, de bem com a vida, que tem duas namoradas e que descola uma viagem como assistente de diretor ao Iraque, na cidade de Nassirya, que todos afirmam ser tranquila. Contrário a guerra, e em vista da possibilidade mais de curtir uma viagem do que de trabalhar, ele topa a empreitada.
Em seu segundo dia no Iraque um atentado terrorista atinge seu comboio, fere sua perna, mata alguns soldados, além do diretor, e o manda de volta para casa, com alguns estilhaços no corpo, coxo e com síndrome de pânico.
A sequência do atentado é sensacional: toda em câmera subjetiva, embora fique claro ser o ponto de vista de Amadei, e não que ele continuasse a filmar, mesmo ferido.
A partir daí o filme muda de rumo, mostrando como alguns - políticos, imprensa, militares - tentam faturar em cima do ocorrido, já que ele foi dos poucos sobreviventes ao atentado.
Como curiosidade, uma das namoradas de Amadei é brasileira e ele acha que os brasileiros são o triunfo da espiritualidade, e que sua namorada é uma bruxa baiana.
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