Dir.: Baltasar Kormákur
Islândia / França / Noruega - 2002

Lavação de roupa suja.
Sentindo que a morte se aproxima, Pódur, dono de uma empresa de pesca que vai mal das pernas, convoca os 3 filhos para anunciar que Ágúst (Hilmir Snaer Gudnason, de "101 Reykjavik", "Brúdguminn" e um monte de filmes islandeses) foi escolhido para chefiar a empresa, no lugar de Haraldur, casado com Áslaug, completamente desequilibrada e que praticamente se prostitui para conseguir empréstimo junto ao gerente da agência bancária local.
Sentindo que a morte se aproxima, Pódur, dono de uma empresa de pesca que vai mal das pernas, convoca os 3 filhos para anunciar que Ágúst (Hilmir Snaer Gudnason, de "101 Reykjavik", "Brúdguminn" e um monte de filmes islandeses) foi escolhido para chefiar a empresa, no lugar de Haraldur, casado com Áslaug, completamente desequilibrada e que praticamente se prostitui para conseguir empréstimo junto ao gerente da agência bancária local.
Só que Ágúst, que foi para a Inglaterra estudar administração, abandonou os estudos para se tornar compositor, fato que esconde de seu pai, casado com a própria ex-cunhada, Kristín (Kristibjörg Kjeld, de "Mama Gógó"), mãe de María, apaixonada por Ágúst.
Completa a prole, Ragnheidur, estuprada quando jovem, e que mantém um casamento pra lá de desequilibrado com Morten, sendo pais de um adolescente pronto pra enveredar por caminhos errados.
Ou seja, a família é um desacerto só e, ao contrário do que se poderia esperar, eles não terminam o filme abraçados, chorando e trocando juras de amor, mas sim em uma violenta lavação de roupa suja, com direito a traições, violência, incesto, filhos não reconhecidos tudo o mais que se possa esperar.
Bom filme de Kormákur, talvez o melhor cineasta do país.
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